A educação não tem cor
Vejam como as professoras Fernanda Ferreira e Patrícia Zanetti, da EMEF Patrimônio de Santo Antônio, de São Domingos do Norte/ES, usaram o jornal A Gazeta para trabalhar os temas preconceito e racismo na sala de aula.
O jornal pode ser usado para discutir diversos temas na sala de aula. Neste caso, duas professoras do Espírito Santo usaram A Gazeta para discutir o preconceito e o racismo com seus alunos. Confiram como a atividade, que pode ser aplicada a turmas da 1ª a 4ª série, foi desenvolvida.
Objetivos:
• Mostrar que existe um racismo velado no Brasil e que a imagem dos negros nos livros, revistas e jornais ainda é inferiorizada perante o branco.
• Aumentar a auto-estima dos alunos afrodescendentes.
• Despertar a sala de aula para a diversidade da raça humana e promover o respeito pelas diversas etnias.
Desenvolvimento:
• Confecção de um cartaz com gravuras do jornal A GAZETA para demonstrar nossa realidade da pluralidade cultural.
• Concurso de desenho com o tema “Educação não tem cor”.
• Desfile com o tema “Miscigenação de cor” (Música “Beleza pura”, da banda Skank).
• Apresentação do congo mirim para demonstrar a cultura afro.
• Pesquisa no jornal A GAZETA para fazer um “triângulo de raças”.
• Montagem de um gráfico sobre a discriminação racial no Brasil, com base em dados do jornal A GAZETA.
• Leitura e interpretação de textos informativos.
• Produção de texto.
Comentário:
“O Brasil é um país fruto de miscigenação, habitado pelas mais variadas raças do planeta. Começando na sala de aula, devemos romper com o preconceito, uma vez que precisamos aceitar as diferenças”.
Professoras: Fernanda Ferreira e Patrícia Zanetti
Escola: EMEF Patrimônio de Santo Antônio
Séries: 1ª a 4ª
Município: São Domingos do Norte/ES