Ano começa com dois assassinatos de jornalistas no Brasil; SIP e ANJ pedem urgência nas investigações Reprodução

Ano começa com dois assassinatos de jornalistas no Brasil; SIP e ANJ pedem urgência nas investigações

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou nesta terça-feira (23) os assassinatos de dois jornalistas no Brasil neste começo de 2018. Os crimes, segundo lamentou o presidente da entidade, Gustavo Mohme, colocam o país novamente na lista das regiões onde exercer o jornalismo é um risco. A SIP, bem como a Associação Nacional de Jornais (ANJ), instou as autoridades brasileiras a investigar com urgência e profundidade os dois crimes, levando os responsáveis a julgamento.

O radialista Jefferson Pureza Lopes, de 39 anos, apresentador do programa "A Voz do Povo", na rádio Beira Rio FM, de Edealina, em Goiás, foi assassinado em 17 de janeiro. Um dia antes o jornalista Ueliton Bayer Brizon, de 35 anos, proprietário do site Jornal de Rondônia, foi morto a tiros em Cacoal, em Rondônia.

“É muito preocupante começarmos o ano já com dois casos de jornalistas assassinados. Sabemos que a impunidade é a principal razão de tantos crimes contra jornalistas. Por isso, o que se espera é uma rápida e eficiente apuração, com o encaminhamento à Justiça e a punição dos culpados”, disse Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ. “O Brasil, infelizmente, continua sendo o país da impunidade e da violência contra jornalistas”, lamentou.

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