Repórter do GDI conquista Prêmio Estácio de Jornalismo Reprodução

Repórter do GDI conquista Prêmio Estácio de Jornalismo

O especial “Da fraude ao império: a história do homem da faculdade de papel”, de autoria de José Luís Costa, recebeu reconhecimento nacional na quinta-feira (5). Publicada pelo Grupo de Investigação (GDI) do Grupo RBS, a reportagem venceu a categoria Impresso Regional do Prêmio Estácio de Jornalismo de 2017. Neste ano, os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo foram conhecidos durante cerimônia no hotel Hilton de Copacabana, no Rio de Janeiro. Foram 24 finalistas em nove categorias.

Divulgado em março deste ano, o texto de José Luís denuncia o advogado Faustino da Rosa Junior, que, aos 34 anos, se apresenta como um dos maiores empresários do setor de Ensino Superior no país e é condenado por falsificar diplomas universitários. A apuração, com duração de dois meses, iniciou a partir de um e-mail enviado por um leitor, alertando para irregularidades no Grupo Educacional Facinepe. Além de reunir informações com o Ministério Público, Judiciário Federal, Estadual e também com a Justiça do Paraná e a Prefeitura de Porto Alegre, o jornalista buscou entender a legislação do ensino superior brasileiro, bem como procurar pessoas que conheciam o grupo denunciado.

– O segredo para este tipo de reportagem é a busca incessante de informações sobre um determinado tema. Tem de ser paciente e insistente, não podendo desistir diante de eventual adversidade. Quanto maior o esforço, maior a chance de construir uma boa reportagem – ressalta José Luís.  

Formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) em 1996, José Luís é repórter de Zero Hora desde 1998. Especializado em coberturas policiais, com mais de 24 anos de experiência na área, já conquistou 12 prêmios jornalísticos, incluindo o Prêmio Latino-americano de Investigação. Entre 2012 e 2015, foi finalista de todas as edições do Prêmio Esso, vencendo na categoria regional em 2012 com a reportagem “Meninos Condenados”, em parceria com Adriana Irion. No ano seguinte, conquistou a distinção máxima do prêmio, com a reportagem “Os arquivos secretos do coronel do DOI-Codi”. A reportagem assinada em conjunto com Humberto Trezzi, Marcelo Perrone e Nilson Mariano desvendou duas farsas montadas por militares durante a ditadura no Brasil.

Desde o final de 2016, o jornalista atua no GDI. A equipe, formada por cinco repórteres e um editor, tem como objetivo apurar denúncias sobre assuntos que impactam a sociedade. Desde então, mais de 26 reportagens foram publicadas.

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