Apesar do que pensa um grande número de pessoas, jornal não é papel, mas a sua marca e a sua personalidade. Com a internet, alguns previram o fim deles. Ao contrário, nunca tiveram tantos leitores, agora também na plataforma digital. Apesar do que pensa um grande número de pessoas, jornal não é papel, mas a sua marca e a sua personalidade. Com a internet, alguns previram o fim deles. Ao contrário, nunca tiveram tantos leitores, agora também na plataforma digital.

Livro trata de mudanças dentro dos jornais: transição do papel para o digital

Os veículos de comunicação estão entre os setores mais afetados pela tecnologia e pela mudança de hábitos dos consumidores. Muitos já previram até mesmo o fim dos jornais. No entanto, eles nunca foram tão lidos. Não no formato tradicional de papel, mas considerando também a sua leitura na plataforma digital. Então, que tal repensar o que é jornal? É a sua marca e a sua personalidade ou o papel?

O maior desafio para os jornais hoje não é de leitura e, sim, de modelo de negócio. O tradicional, onde a publicidade e os classificados representavam 70% de sua receita não é replicável na internet e atualmente, nem no impresso. Como se manter competitivo nos dois mundos, já que estruturas, processos e cultura dos jornais tradicionais são tão diferentes das empresas puramente digitais?

O livro Rasgando o Papel estuda o caso de um dos principais jornais do país, o paranaense Gazeta do Povo que, depois de quase 100 anos de existência, fez uma virada estratégica, optando por se posicionar como uma empresa digital e promovendo uma radical mudança como empresa, tendo o leitor e o jornalismo, mais do que nunca, no centro.

O que o levou a esta transformação? O que pode haver de comum entre uma empresa quase centenária e uma startup? Qual a mudança em sua estratégia? Que experiências podem ser úteis para outros jornais?

Trata-se de um dilema que outros jornais e veículos enfrentam ou enfrentarão. Pela importância do tema, este livro deve interessar não apenas aos profissionais do setor, mas a todos os cidadãos conscientes e amantes da democracia. Afinal, não é possível pensar em uma democracia sem a existência de uma imprensa livre e de empresas de jornalismo independentes, o que significa que elas precisam ser viáveis economicamente.

Sobre o autor:

Julio Sampaio é diretor da Resultado Consultoria, Mentoring e Coaching, conselheiro de administração certificado e é professor em cursos de pós-graduação na área de marketing e estratégia.

Como executivo atuou na direção e gestão comercial de empresas como os jornais O Globo e Gazeta do Povo e a rede de varejo Casa & Vídeo. Como consultor prestou serviços a alguns dos principais grupos de comunicação do país, além de indústrias, serviços e varejo.

É graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense e é Mestre em Organizações e Desenvolvimento pelo Centro Universitário Franciscano do Paraná.

Possui cursos de especialização nas áreas de marketing e de administração pelo COPPEAD – Rio de Janeiro, ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing e PDE – Programa de Desenvolvimento Executivo. Cursou também o Master em Jornalismo pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais, o Mentoring Estratégico pelo Creative Learning Institute, o Professional & Self Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e ainda o Governança Corporativa pelo IBGC.

É autor dos livros O Espírito do Dinheiro (Editora Qualitymark e Editora Ponto Vital) e 60 Dicas para um Lar Feliz e Transformador (Editora Ponto Vital), além de colaborador do livro Políticas Públicas e Indicadores para o Desenvolvimento Sustentável (Editora Saraiva).

 

Serviço:

Lançamento do livro Rasgando o Papel: Jornal Gazeta do Povo, uma startup de 100 anos?

Data: 15/03/2018

Local: Café e Livraria Arte e Letra

Endereço: Alameda Dom Pedro II, 44, Batel

Horário: de 19 às 21 horas