CPJ e mais de 200 jornalistas internacionais exigem libertação de comunicadores e fim da repressão na Nicarágua Reprodução

CPJ e mais de 200 jornalistas internacionais exigem libertação de comunicadores e fim da repressão na Nicarágua

Ao lado do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), mais de 200 jornalistas e defensores da liberdade de imprensa de várias regiões do mundo exigiram nesta segunda-feira (7), por meio de carta pública dirigida ao governo da Nicarágua, a libertação do proprietário e diretor do canal de TV nicaraguense 100% Noticias, Miguel Mora, e a chefe de jornalismo da emissora, Lucía Pineda. Os dois estão presos desde o dia 21 de dezembro de 2018, quando o regime do presidente Daniel Ortega e sua esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, também ordenaram a suspensão das transmissões e o confisco dos equipamentos e instalações da emissora.

Na carta, o grupo também condenou o ataque por parte do governo a outros quatro veículos: Confidencial, Niú, Esta Semana e Esta Noche. “Exigimos a liberação imediata de Miguel Mora e Lucía Pineda Ubau, e o fim das ações dirigidas a intimidar e fechar os meios independentes”, diz o documento. “A presidência (...) deve ordenar à polícia que deixe de invadir redações, devolver todo os equipamentos e documentos confiscados, permitindo que os veículos possam informar sem temor a represálias violentas, intervenção ou detenção.”

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https://cpj.org/2019/01/cpj-international-journalists-express-deep-concern.php