Após repressão do governo Correa, atual presidente do Equador assina a Declaração de Chapultepec em defesa da livre expressão Reprodução

Após repressão do governo Correa, atual presidente do Equador assina a Declaração de Chapultepec em defesa da livre expressão

O presidente do Equador, Lenín Moreno, assinará no dia 20 de fevereiro a Declaração de Chapultepec em cerimônia a ser realizada às 11h no Palacio de Carondelet, sede do governo equatoriano. O ato tem especial importância, uma vez que até a posse do atual presidente o Equador viveu um período de repressão sob o comando de Rafael Correa, entre 2007 e 2017. Uma delegação da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), liderada por sua presidente, María Elvira Domínguez, estará presente.

A Declaração de Chapultepec, de 1994, é composta por dez princípios para a livre expressão e defende que uma imprensa livre é condição fundamental para que as sociedades resolvam seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam sua liberdade. Trata-se de uma carta assinada por mais de 70 chefes de Estado das Américas, juristas e entidades ou cidadãos comuns.

O documento foi adotado pela Conferência Hemisférica sobre liberdade de expressão realizada em Chapultepec, na cidade do México, em 11 de março de 1994. O compromisso foi assumido pelo Brasil quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso assinou a declaração em 1996.

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