Entidade internacional insta autoridades do Chile a investigar assassinato de fotojornalista Reprodução

Entidade internacional insta autoridades do Chile a investigar assassinato de fotojornalista

Circunstâncias do assassinato da fotojornalista chilena Albertina Martínez Burgos deixam aberta a possibilidade de o crime ter ligação com o trabalho da profissional. Por isso, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou as autoridades do Chile para que investiguem o caso de forma urgente e exaustiva.

O corpo da jornalista, que atuava como freelancer, foi encontrado pela sua sogra na quinta-feira (21) da semana passada, em Santiago. Há indícios de que ela foi apunhalada e golpeada antes de morrer. Todos seus materiais e equipamentos fotográficos desapareceram. Segundo diferentes veículos, Martínez Burgos, que também era assistente de iluminação no canal Mega, havia gravado imagens, alguns dias antes, de policiais abusando de manifestantes. Amigos da jornalista, entretanto, negaram a informação.

“As autoridades chilenas devem investigar exaustivamente a morte de Albertina Martínez Burgos para determinar se está vinculada com seu trabalho informativo e fazer todo o possível para recuperar seus equipamentos e materiais”, disse Natalie Southwick, coordenadora do Programa das Américas do Sul e Central do CPJ. “Os fotojornalistas, em particular os freelancer, com frequência estão na primeira linha e enfrentam alguns dos maiores riscos ao informar sobre o descontentamento social". O Chile registra protestos contra o governo desde 6 de outubro.

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