Diante de mais um assassinato de jornalista, SIP diz que é tarefa do novo presidente do México enfrentar a violência extrema contra comunicadores Reprodução/SIP

Diante de mais um assassinato de jornalista, SIP diz que é tarefa do novo presidente do México enfrentar a violência extrema contra comunicadores

A revelação de mais um jornalista assassinado no México no mesmo dia em que tomou posse o presidente Manuel López Obrador, eleito em julho, expõe o desafio que o novo mandatário tem, diante da extrema violência contra comunicadores no país. "Trata-se uma dolorosa e fatídica lembrança do imenso problema da violência e da impunidade que precisa ser resolvido”, disse a presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), María Elvira Domínguez. "Reiteramos nossa demanda junto as autoridades estaduais e federais neste caso que se soma a mais de 45 crimes contra jornalistas cometidos durante os seis anos de governo do ex-presidente Enrique Peña Nieto", completou María Elvira, diretora do diário El País, de Cali, na Colômbia

No mais recente caso de homicídio de jornalista mexicano, o corpo de Alejandro Márquez Jiménez foi encontrado baleado no último sábado (1º) em Tepic, capital do estado de Nayarit, na costa do Oceano Pacífico. O jornalista trabalhou por oito anos no site de notícias Crítica Digital Noticias (CDN). Há mais de um ano, entretanto, comandava sua própria publicação, o Orion Informativo. Também foi candidato a vereador no município de Tuxpan, em Nayarit, pelo Movimento Regeneração Nacional (Morena), o mesmo partido do presidente López Obrador.

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