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Leonardo Muñoz, Maurén Barriga e Gonzalo Domínguez Loeda, da EFE Leonardo Muñoz, Maurén Barriga e Gonzalo Domínguez Loeda, da EFE / Reprodução

SIP exige do governo Maduro imediata liberação de jornalistas presos

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) voltou a exigir nesta quinta-feira (31) a imediata liberação de jornalistas presos pelo governo de Nicolás Maduro. Além da repressão desenfreada à livre expressão no país, as detenções desrespeitam o direito internacional e as convenções que amparam o exercício jornalísitco em zonas de conflito. "Com a afronta cotidiana contra o direito da população à liberdade de reunião e contra a liberdade dos jornalistas de exercerem sua função, o governo Maduro se desnuda cada vez mais como um regime opressor e ditatorial que busca se manter no poder com mais repressão e violência", disse a presidente da SIP, Maria Elvira Domínguez, diretora do diário colombiano El País de Cali. No fim da tarde, jornalistas da França, Espanha e Colômbia foram liberados e voltarão a seus países.

O número de prisões de comunicadores aumentou nos últimos dias na Venezuela. Entre os que permaneciam presos até o fim da a tarde de ontem estão os franceses Pierre Caillet e Baptiste des Monstiers, da cadeia de televisão TF1. Também estão presos Leonardo Muñoz e Maurén Barriga (da Colômbia) e Gonzalo Domínguez Loeda (da Espanha). Os três trabalham para a agência EFE. As prisões, como as demais violências ao jornalistas, ferem os princípios das declarações e convenções da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Organização das Nações Unidas (ONU), de forma particular a Carta Democrática Interamericana, assinada pela Venezuela. O governo venezuelano também desrespeita da a Declaração de Chapultepec, que neste ano completa 25 anos.

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https://www.sipiapa.org/notas/1212979-la-sip-pide-liberacion-periodistas-venezuela-y-exige-respeto-al-trabajo-profesional