Helio Gama Neto

FOLHA DE S.PAULO - 11/10/2019

Sylvia Colombo

Em dia em que os indígenas radicalizaram discurso e fizeram policiais e jornalistas de reféns, o governo equatoriano insistiu na tese de complô internacional envolvendo a Venezuela.

FOLHA DE S.PAULO - 11/10/2019

Aiuri Rebello e Eduardo Militão

O STF (Supremo Tribunal Federal) tem desmembrado o inquérito sobre fake news remetendo pedidos de investigações de casos concretos à Polícia Federal em uma manobra para colocá-los dentro do rito processual normal e tentar fazer com que tenham prosseguimento em ações na Justiça.

FOLHA DE S.PAULO - 11/10/2019

Reynaldo Turollo Jr.

O ministro Jorge Mussi, corregedor da Justiça Eleitoral no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou nesta quinta-feira (10) que todas as operadoras de telefonia celular informem os números das linhas usadas por quatro agências de comunicação suspeitas de terem feito disparos em massa pelo WhatsApp durante a eleição de 2018.

A crise estabelecida no Equador, que enfrenta protestos contra reformas trabalhistas e fiscais promovidas pelo governo do presidente Lenín Moreno, vitimou a imprensa. Estima-se que, desde a semana passada, mais de 50 jornalistas, cinegrafistas e outros trabalhadores de organizações de notícias sofreram agressões físicas e verbais por parte de policiais, em sua maioria, e de manifestantes. Pelo menos quatro profissionais de comunicação foram presos.

A experiência das agências de verificação de fatos do Reino Unido em desvendar a enxurrada de desinformação nas redes sociais sobre o processo britânico de saída da União Europeia, o Brexit – iniciado em 2016 –, revela um jogo muito desigual para o jornalismo em relação à capacidade de multiplicação dos conteúdos carregados de desinformação nas redes sociais.