Publicidade em edições impressas de jornais e revistas tem alta confiança da audiência, indica estudo da NMA Reprodução/NMA

Publicidade em edições impressas de jornais e revistas tem alta confiança da audiência, indica estudo da NMA

A credibilidade jornalística garante mais confiança e engajamento das audiências nas marcas e serviços anunciados em jornais e revistas. Ao mesmo tempo, ainda que os hábitos acompanhem a evolução tecnológica, os atributos das edições impressas dessas publicações – permanência, exclusividade e tangibilidade, entre outros – sustentam elevada eficácia para os anunciantes. É o que revela o detalhado estudo The News Advertising Panorama, elaborado pela News Media Alliance (NMA), instituição resultante da Newspaper Association of America (NAA) que reúne mais de 2 mil veículos de imprensa dos Estados Unidos e do Canadá, além do gigante de mídia alemão Axel Springer.

Segundo o levantamento, 82% dos consumidores de mídia confiam em anúncios impressos em jornais e revistas mais do que em qualquer outra fonte, o que dá mais valor à publicidade em jornais e revistas. Os anúncios em impressos noticiosos, revela o estudo da NMA, tem a percepção positiva de mais de 50% dos adultos. Jornais impressos, diz o levantamento, são mais propensos do que outros canais a direcionar a ação do leitor: 83% tomam medidas por causa de anúncios nesses veículos jornalísticos. Nos Estados Unidos, nove entre dez leitores de jornais dizem ter tomado uma ação específica como resultado da leitura ou publicidade em seu jornal.

O estudo mostra ainda que dois terços (66%) dos leitores relatam que “sempre” ou “regularmente” leem ou olham anúncios quando eles aparecem nas edições dos jornais que acompanham com regularidade. Além disso, o trabalho da NMA reforça o entendimento que se tem da capacidade de consumo de leitores de jornais e revistas. A audiência da mídia de notícias nos Estados Unidos, aponta a pesquisa, tem maior poder econômico (US$ 60,6 mil de renta familiar média anual) em relação aos adultos em geral no país (US$ 57,7 mil). Enquanto isso, quase um terço (32%) da audiência de jornais e revistas norte-americanos tem um diploma universitário de quatro anos ou mais, contra 27% em média.

“Embora o panorama da mídia tenha evoluído rapidamente nos últimos anos, o que não mudou é que as pessoas confiam em suas fontes de notícias favoritas, bem como nos anúncios que eles encontram lá”, diz a vice-presidente de pesquisas da NMA, Rebecca Frank. “O ativo mais valioso para um anunciante é um parceiro respeitado e confiável em quem o público confia. Com a mídia de notícias, você obtém esse parceiro respeitado”.

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