UOL TAB é premiado com reportagens sobre tortura no período militar e exclusão alimentar Reprodução

UOL TAB é premiado com reportagens sobre tortura no período militar e exclusão alimentar

São Paulo, 15 de dezembro de 2017 - Duas reportagens publicadas pelo UOL TAB, o projeto de conteúdo multimídia do UOL, maior empresa brasileira de conteúdo, serviços digitais e tecnologia, foram premiadas em novembro e dezembro em diferentes segmentos jornalísticos.

A reportagem “O Mapa da Morte”, coproduzida pela agência Eder Content e pelo UOL TAB em janeiro de 2017, ficou em primeiro lugar no Prêmio Direitos Humanos em Jornalismo na Categoria Especial. O prêmio é concedido pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Seção Rio Grande do Sul e pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos.

Publicada em três capítulos num formato de série, a reportagem foi ao ar entre os dias 16 e 18 de janeiro de 2017. A edição apresenta cárceres clandestinos usados pela repressão durante a ditadura no Brasil para interrogar, torturar e assassinar opositores do regime militar. São locais cujos endereços ficaram ocultos por décadas e que não fazem parte dos registros oficiais de prisão e morte de presos políticos.

A produção levou um ano e envolveu uma equipe de mais de 10 pessoas entre jornalistas, designers e videomakers que recuperaram balanços, endereços, imagens, testemunhos e depoimentos de sobreviventes de tortura nesses aparelhos, além de produzirem e editarem vídeos e infográficos.

Outra edição condecorada foi a reportagem “Deserto Alimentar”, que levou Menção Honrosa na 20º Troféu São Paulo Capital da Gastronomia na categoria “Reportagem de Gastronomia Publicada na Internet”. O prêmio é concedido pela Câmara Municipal de São Paulo para discutir e incentivar a gastronomia paulistana.

“Deserto Alimentar” foi uma coprodução do UOL TAB e da agência Énois Inteligência Jovem. A reportagem, publicada em 15 de maio de 2017, fala sobre a falta de acesso à comida saudável que atinge a população que reside em áreas mais pobres de São Paulo – além de possível questões econômicas, a distância geográfica de pontos de venda de alimentos frescos é também mais uma barreira imposta pela desigualdade social brasileira.