Jornalistas são agredidos durante cobertura das manifestações no Equador Reprodução/AP

Jornalistas são agredidos durante cobertura das manifestações no Equador

A crise estabelecida no Equador, que enfrenta protestos contra reformas trabalhistas e fiscais promovidas pelo governo do presidente Lenín Moreno, vitimou a imprensa. Estima-se que, desde a semana passada, mais de 50 jornalistas, cinegrafistas e outros trabalhadores de organizações de notícias sofreram agressões físicas e verbais por parte de policiais, em sua maioria, e de manifestantes. Pelo menos quatro profissionais de comunicação foram presos.

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou as agressões. "Os cidadãos precisam ser informados e, por isso, o nosso apelo para que se respeite o trabalho jornalístico e não se gere violência contra os profissionais", sublinhou o novo presidente da entidade, Christopher Barnes, diretor geral do jornal jamaicano The Gleaner. Barnes instou as autoridades a investigar as agressões e punir os responsáveis, invocando a Declaração de Chapultepec, destinada a estudar possíveis restrições legais ou jurídicas à liberdade de imprensa, assinada em fevereiro pelo presidente Moreno.

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