Corte de assinaturas de jornais em órgãos públicos do Brasil e dos EUA estigmatiza o jornalismo, denuncia SIP  Reprodução

Corte de assinaturas de jornais em órgãos públicos do Brasil e dos EUA estigmatiza o jornalismo, denuncia SIP 

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol) qualificou como "atitudes discriminatórias" e contrárias aos princípios da liberada de imprensa as determinações feitas pelos presidentes Jair Bolsonaro, do Brasil, e Donald Trump, dos Estados Unidos, de cancelar dentro dos órgãos públicos as assinaturas de jornais que exercem jornalismo independente e, por isso, muitas vezes críticos a seus governos. Para a entidade, trata-se de perseguição que estigmatiza o jornalismo profissional. 

No Brasil, Bolsonaro ordenou nesta semana o cancelamento das assinaturas da Folha de S.Paulo. Nos Estados Unidos, Trump também havia determinado o corte das assinaturas do The New York Times e do The Washington Post. “Essa é uma nova e perigosa forma de estigmatização e descrédito da imprensa, que discrimina os meios segundo seus critérios editorias", disse Christopher Barnes, presidente da SIP e diretor geral do jornal The Gleaner, da Jamaica.

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