Número de comunicadores assassinados em 2019 é o menor em 17 anos, diz Comitê para a Proteção dos Jornalistas Reprodução

Número de comunicadores assassinados em 2019 é o menor em 17 anos, diz Comitê para a Proteção dos Jornalistas

O número de jornalistas assassinados pelo exercício da profissão caiu em 2019 ao nível mais baixo em 17 anos, à medida que conflitos regionais se estabilizaram, segundo relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado nesta terça-feira (17). Pelo menos 25 jornalistas foram mortos neste ano, o número mais baixo desde 2002, quando 21 foram assassinados em conexão com seu trabalho. Em 2018, a organização havia registrado 56 homicídios.

A Síria e o México são os países mais mortíferos para jornalistas. O número de casos na Síria, onde pelo menos 134 jornalistas foram mortos na guerra, entretanto, está diminuindo desde 2012. A estimativa do CPJ é a de que neste ano pelo menos sete jornalistas foram mortos na Síria. No país latino-americano, pelo menos cinco jornalistas foram mortos em represália a suas atividades informativas em 2019, em comparação com quatro no ano passado e seis em 2017. O CPJ está investigando outros seis homicídios ocorridos no México este ano para determinar se o jornalismo foi o motivo.

O CPJ também investiga a morte de 25 outros jornalistas em todo o mundo para determinar se a atividade informativa foi o motivo.

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https://cpj.org/pt/2019/12/numero-de-jornalistas-mortos-cai-acentuadamente-co.php

https://cpj.org/pt/2019/12/siria-e-mexico-foram-os-paises-mais-letais-para-jo.php