FOLHA DE S.PAULO 

Na próxima terça-feira (3) os americanos irão às urnas para definir quem vai comandar o país pelos próximos quatro anos, e a Folha vai acompanhar o dia da votação e a apuração em tempo real.

A cobertura especial acompanhará o início da votação na Costa Leste, às 7h (horário de Brasília), e se estenderá pelo dia 4 de novembro. Assim, o jornal trará as últimas notícias e análises do que acontecer de mais importante durante a votação, na apuração e na repercussão política a seguir.

A partir das 20h do dia 3, quando a votação termina em algumas regiões dos EUA, a Folha oferecerá um mapa em tempo real da apuração, no qual será possível acompanhar os dados estado por estado, o que vai permitir ao leitor saber quem está na frente na disputa entre Donald Trump e Joe Biden.

A Folha terá repórteres espalhados por vários pontos do país. Marina Dias, correspondente em Washington, viajará a Delaware, para acompanhar a eleição na base eleitoral de Biden. Diogo Bercito ficará na capital americana, e Natasha Ribeiro estará na Flórida, um dos estados-pêndulo que podem definir o vencedor nacional.

O jornal também vai acompanhar as reações nas cidades mais afetadas pela pandemia nos EUA e nas regiões que tiveram os maiores protestos por igualdade racial e pelo fim da violência policial neste ano.

Colunistas e analistas completam a equipe especial da cobertura. Os repórteres especiais Patrícia Campos Mello, Igor Gielow e Fernando Canzian e os colunistas Lúcia Guimarães, Mathias Alencastro, Nelson de Sá e Vinícius Torres Freire discutirão detalhes do pleito, o impacto dos resultados no Brasil e no Mundo, a atuação da imprensa, as ações em redes sociais e o desempenho dos institutos de pesquisa.

Além das reportagens e análises, a Folha vai atualizar todas as novidades da disputa em tempo real em um live blog.

Em sua edição impressa, o jornal publicará duas edições especiais –uma no domingo (1º) e outra na terça (3).

Durante a campanha eleitoral, que começou no ano passado, a Folha produziu especiais que ajudam a entender as questões em jogo nesta votação e como os eleitores americanos pensam.

A série “50 estados, 50 problemas”, que está sendo apresentada desde setembro, mergulhou em cada um dos estados americanos para investigar os problemas locais e seus reflexos na política nacional. O último capítulo será publicado até a eleição, com reportagens sobre Montana, Oregon, Washington, Michigan e Tennessee.

Em dezembro de 2019, o especial “Os Americanos” levou os leitores para uma viagem pelo chamado “Cinturão da Ferrugem”: estados que viveram anos de glória por conta de sua produção industrial, mas hoje sofrem com a pobreza e a falta de perspectivas. Seus votos são considerados fundamentais nesta votação.

No sistema eleitoral americano, o vencedor não é quem recebe mais votos populares, e sim quem conquista a maioria dos delegados no Colégio Eleitoral.

Nesse modelo, cada estado tem um número de votos proporcional à população. A Califórnia, com 39,51 milhões de habitantes, por exemplo, tem direito a 55 representantes. A Dakota do Sul, com 884,6 mil, a três.

O candidato que vence a eleição em um estado leva todos os votos dele —as exceções são Nebraska e Maine, que dividem os votos de maneira mais proporcional. No fim do processo, é eleito quem conquistar mais da metade dos votos no Colégio Eleitoral, ou seja, ao menos 270 dos 538 votos possíveis.

A cobertura terá, ainda, relatos de jornalistas da Folha que atuaram em eleições americanas. Eles relembram momentos marcantes, como a reeleição de George W. Bush em 2004 e a surpreendente vitória de Donald Trump em 2016.