O ESTADO DE S.PAULO – 14/08/2018
Uma pesquisa publicada em julho deste ano, no American Journal of Health Education, mostra como informações falsas ganham mais força em crises.
Análise de publicações em redes sociais sobre o vírus da zika publicadas de fevereiro de 2016 a janeiro de 2017 mostrou que rumores tiveram três vezes mais engajamento do que notícias verificadas por meio de factchecking, ou seja, a checagem de fatos. Entre os boatos mais populares estavam aqueles que colocavam a zika como uma conspiração contra a população, como um problema de baixo risco ou que conectavam a doença ao uso de pesticidas.