O GLOBO – 21/09/2018
Os assinantes dos jornais O GLOBO e Valor Econômico poderão, agora, ler a edição digital da revista Época um dia antes de ela chegar às bancas. A versão on-line passará a estar disponível às quintas-feiras, na internet e nos aplicativos Globo, Valor e Globo+. Ontem foi a estreia do novo formato, com a edição que traz como matéria principal um perfil do candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes.
COLUNISTAS EXCLUSIVOS
Agora, os assinantes poderão conferir antecipadamente, com exclusividade, as colunas de Monica de Bolle, Helio Gurovitz, Paulo Roberto Pires e Conrado Hübner Mendes, além da ilustração da semana, de Venes Caitano.
Em sua versão física, a revista chega aos assinantes às sextas-feiras, junto com O GLOBO e o Valor, um dia antes do que nas bancas. É importante ressaltar que, nos aplicativos, a versão on-line da Época também aparece na íntegra antes da versão digital das reportagens da semana.
Na edição desta semana, a matéria de capa fala sobre a tentativa de Ciro Gomes de se posicionar como uma alternativa ao lulismo e ao bolsonarismo na reta final do primeiro turno.
Outras reportagens mostram o que altos oficiais do Exército brasileiro pensam sobre as declarações do vice de Jair Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PSL); a queda do chamado dream team do Ministério da Fazenda, dois anos após assumirem a posição no governo de Michel Temer.
Google ainda dá a desenvolvedores acesso a Gmail
Em carta ao Congresso americano, empresa afirma que dados podem ser compartilhados com terceiros, desde que processo seja feito de forma transparente, com o consentimento do usuário
O Globo21 Sep 2018
Em resposta a questões de legisladores no Congresso dos Estados Unidos, o Google afirmou que ainda permite que empresas desenvolvedoras de novas funções para o Gmail escaneiem dados de contas de e-mail, segundo uma carta que foi tornada pública ontem.
No texto, a companhia forneceu detalhes sobre suas políticas para serviços de terceirosnoGmail,masseesquivou das perguntas dos senadores americanos sobre desenvolvedores que violaram as regras da empresa para monitoramento dos e-mails.
A afirmação foi feita em carta enviada aos congressistas, na qual o Google defende a maneira como policia a ação desses desenvolvedores e diz que sua análise das atividades consegue capturar a “maioria” das más intencionadas.
A companhia afirma que se baseia em varreduras automatizadas e relatórios de pesquisadores de segurança para monitorar parceiros após o lançamento de serviços, mas não respondeu ao pedido dos legisladores para dizer quantos foram flagrados violando as políticas da empresa.
O próprio Google já havia parado de escanear, no ano passado, os dados do Gmail para direcionar anúncios. Na época, a empresa disse que estava fazia isso em nome da privacidade e segurança.
Na carta, o Google diz que permite que os desenvolvedores acessem dados de emails e os compartilhem com outras empresas “desde que eles sejam transparentes” com os usuários sobre como estão usando essas informações e que obtenham consentimento. Para instalar funcionalidades no e-mail, o usuário seria obrigado a dar seu aval. Os serviços podem ajudar a adiar o envio de e-mails, conseguir descontos em lojas e remover o e-mail de listas de mensagens indesejadas.
As práticas de privacidade do Google têm sido cada vez mais questionadas. O Comitê de Comércio do Senado fará umaaudiêncianopróximodia 26, para indagar Google, Apple, AT&T e Twitter sobre como eles lidam com os dados de seus usuários.
O Google não respondeu aos questionamentos feitos pela Reuters.
O Congresso procurou a empresa veio depois que o Wall Street Journal publicou, em julho, que alguns desenvolvedores não deixaram claro para os usuários que seus funcionários poderiam revisar as mensagens do Gmail e compartilhar seus dados.