O ESTADO DE S.PAULO – 23/09/2018
O Equador deu ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em 2017, um posto diplomático na Rússia, mas rescindiu a ação após o Reino Unido se recusar a dar imunidade diplomática a ele, de acordo com um documento do governo equatoriano.
A medida sugere que o presidente do Equador, Lenín Moreno, havia envolvido Moscou para resolver a situação de Assange, que está exilado na embaixada equatoriana há seis anos, para evitar prisão pelas autoridades britânicas por acusações de violação de fiança.