O ESTADO DE S.PAULO – 19/08/2018
Helio Gurovitz
O Google se recusa a divulgar medidas da audiência comprovadamente falsa no YouTube, criadas por softwares que simulam curtidas e visualizações sem que ninguém assista ao vídeo.
Estimativas informais situam o problema na casa das dezenas de milhões, ou menos de 1% do total. A reportagem do New York Times descobriu um canadense que já faturou mais de US$ 200 mil este ano vendendo, sozinho, 15 milhões de “fake views”.