Durante um período de três meses dominado pela pandemia de coronavírus e pela desaceleração da publicidade, a The New York Times Company reportou pela primeira vez receita trimestral que se deve mais aos produtos digitais do que ao jornal impresso, informou reportagem do diário.

Enquanto sua equipe trabalhava remotamente, a companhia faturou US$ 185,5 milhões em receitas com assinaturas e anúncios digitais durante o segundo trimestre de 2020. O volume de receita com o impresso foi de US $ 175,4 milhões.

A empresa adicionou 669.000 novos assinantes digitais líquidos, tornando o segundo trimestre o maior de todos os tempos em termos de crescimento de assinaturas. O jornal tem agora 6,5 milhões de assinaturas no total, um número que inclui 5,7 milhões de assinaturas digitais. A meta do diário é de 10 milhões de assinaturas até 2025.

Em comunicado, o CEO Mark Thompson chamou a mudança da empresa de receita impressa para digital como “um marco fundamental na transformação do The New York Times”.

“Provamos que é possível criar um círculo virtuoso”, disse Thompson em comunicado, “no qual investimentos sinceros em jornalismo de alta qualidade impulsionam um profundo envolvimento do público, o que, por sua vez, impulsiona o crescimento da receita e maior capacidade de investimento”.


Leia aqui o texto do The New York Times na íntegra.