Notícias

A vez da legítima liberdade de expressão

O GLOBO – 07/07/2020

 Sydney Sanches

Daqui a alguns anos, com o devido distanciamento histórico, o momento atual das plataformas digitais será visto como o início de nova etapa na história da internet. Nas últimas semanas se intensificaram no mundo as discussões envolvendo a responsabilização das plataformas e seu papel na propagação de informações e notícias.

Empresas fazem o que políticos deixaram de realizar: responsabilizar o Facebook

CONJUR – 06/07/2020

Demócrito Reinaldo Filho

Finalmente o Facebook deixou de lado sua posição de indiferença em relação a conteúdos racistas e anunciou no último dia 27 que vai suprimir anúncios que contenham algum tipo de preconceito contra pessoas, em razão de origem, nacionalidade ou etnia. Também decidiu rotular publicações duvidosas e de cunho político que gerem algum tipo de desinformação. O executivo-chefe da empresa que controla a rede social, Mark Zuckerberg, comunicou que a plataforma agora vai excluir anúncios que afirmem que pessoas de determinadas raças, origem, nacionalidade, gênero ou orientação sexual são uma ameaça à segurança ou saúde das demais [1].

Boicote de marcas a redes sociais cresce e coloca modelo em xeque

PROPMARK – 07/07/2020

Jéssica Oliveira

Desde meados de junho segue a todo vapor um movimento para forçar o Facebook e outras plataformas a combaterem energicamente o discurso de ódio nas redes. Liderado especialmente pelo #StopHateforProfit (Chega de ódio pelo lucro, em tradução livre), o movimento pede às empresas que parem temporariamente a publicidade em plataformas como Facebook e Instagram.