Notícias
Could McClatchy become a nonprofit newspaper chain?
COLUMBIA JOURNALISM REVIEW – 30/06/2020
Jon Allsop, CJR
IN FEBRUARY, McClatchy, the newspaper chain that owns titles including the Miami Herald and the Charlotte Observer, filed for bankruptcy in the Southern District of New York. As bankruptcy proceedings have unspooled since then, a lot has changed—both in the world at large and for the already-beleaguered news business, which has been hammered by collapsing ad revenue amid the economic crisis brought on by the pandemic. In April, McClatchy furloughed more than a hundred non-editorial staffers and cut executive positions and pay; around the same time, the company asked the judge overseeing the bankruptcy to allow McClatchy to scale back its payments to its lawyers and creditors. McClatchy’s Kevin G. Hall reported at the time that “the case now has one of the largest investigation budgets in the history of the Southern District’s bankruptcy court.”
Cómo los editores están saliendo de la crisis de Covid-19
ADEPA – 29/06/2020
“El impacto de Covid-19 en las publicaciones ha traído consigo una crisis existencial para muchos. También ha traído innovación y resistencia”.
UOL e TV Cultura formam parceria de conteúdo
PORTAL DOS JORNALISTAS – 30/06/2020
O UOL e a TV Cultura anunciaram nesta segunda-feira (29/6) uma parceria de conteúdo, pela qual todos os trabalhos, reportagens, debates e informações em geral publicadas na emissora serão disponibilizados no UOL.
New York Times encerra parceria com o Apple News
O GLOBO – 30/06/2020
O jornal americano The New York Times anunciou nesta segunda-feira que está deixando a parceria firmada com o agregador de notícias Apple News, num momento em que empresas de mídia lutam para competir com grandes companhias de tecnologia pela atenção, e pelo dinheiro, dos leitores.
Relator de PL das fake news retira exigência de documento para acessar rede social; veja alterações
O GLOBO – 30/06/2020
Natália Portinari
O senador Ângelo Coronel (PSD-BA) publicou na noite desta segunda-feira a última versão do relatório do projeto de lei que visa coibir a produção e distribuição de notícias falsas em redes sociais.
Fornecedora do governo é ligada a canal que defendeu intervenção militar
O GLOBO – 30/06/2020
O governo federal pagou R$ 350,7 mil, entre 2019 e 2020, a uma empresa de São Paulo ligada ao canal no YouTube “Intervencionistas do Brasil”, que defende o presidente Jair Bolsonaro e a intervenção militar no país. O valor é relativo à contratação de equipamentos por órgãos do Exército, da Aeronáutica e ligados ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Segundo a dona, a empresa é administrada por seu filho, um empresário que, nos últimos anos, vem publicando vídeos com incentivos a uma intervenção e com ataques a instituições como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Perda de anunciantes pode afetar imagem do Facebook
O ESTADO DE S.PAULO – 30/06/2020
A Ford, a Microsoft e a varejista BestBuy se juntaram ontem a um grupo de grandes corporações que decidiu suspender seus anúncios no Facebook e no Instagram. Com isso, ganha força o movimento que pede explicações a respeito da disseminação de discursos de ódio nas redes sociais.
Cerco ao discurso de ódio
O ESTADO DE S.PAULO – 30/06/2020
EDITORIAL
O espaço para propagação de discurso de ódio nas redes sociais está cada vez mais estreito. Num futuro não muito distante, ficará relegado ao submundo da internet, de onde nunca deveria ter emergido. Graças ao esforço conjunto de órgãos de Estado, empresas e organizações da sociedade civil, a noção de que tudo é permitido no chamado ambiente virtual caiu por terra há alguns bons anos e hoje o sistema jurídico-penal da maioria dos países civilizados já é capaz de lidar com os crimes que são praticados na internet. Agora cresce a asfixia econômica sobre as plataformas que não se mostram aptas a conter a intolerância.
Entrevista: ‘Projeto sobre fake news quebra princípio da privacidade’, diz diretor do WhastApp
O GLOBO – 30/06/2020
Janaína Figueiredo
Está prevista para hoje a votação do projeto que cria a Lei das Fake News pelo Senado (ainda restará a decisão final na Câmara e a possibilidade de veto do presidente Jair Bolsonaro), em meio a um intenso debate nas últimas semanas envolvendo plataformas de mídia como o WhatsApp. Em entrevista ao GLOBO, Pablo Bello, diretor de Políticas Publicas do WhatsApp para a América Latina, alega ser inviável adotar modificações que, segundo ele, violam as regras de privacidade da plataforma. Ele critica trechos da versão final do texto que determinam, por exemplo, que sejam guardados registros envios de mensagens em massa por três meses — preservado o sigilo do conteúdo. Ainda assim, ele afirma que a proposta no Senado“quebra um princípio central de privacidade”.
Ford, Microsoft e Adidas engrossam lista de boicote ao Facebook
O GLOBO – 30/06/2020
As medidas anunciadas pelo diretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, não foram capazes de encerrar a sangria nas receitas publicitárias da rede social. Nesta segunda-feira, gigantes como Ford, Microsoft e Adidas se uniram à crescente lista de companhias que decidiram suspender seus anúncios na plataforma.