Notícias

Em defesa das instituições

FOLHA DE S.PAULO – 30/06/2020

Edgard Corona

As fake news são um problema mundial que no Brasil ganhou ares pandêmicos. O debate de ideias deu lugar ao ódio cego das redes sociais. Tornamo-nos uma sociedade radical, do nós contra eles. A boa política pede gabinetes de diálogo, não gabinetes de ódio.

Webinário aborda a reputação das marcas em um mundo cada vez mais segmentado

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) promovem nesta quinta-feira (2/7), das 15h às 16h, o seminário gratuito e aberto on-line “A Mídia & Eu: Impulsionando a reputação da marca em um mundo super segmentado”, a ser ministrado pelos executivos da Kantar IBOPE Media Adriana Favaro, diretora comercial de veículos, e Paulo Arruda, diretor de desenvolvimento de negócios.

NYT deixa Apple News em meio a processo de revisão de suas parcerias com plataformas

O jornal norte-americano The New York Times informou nesta segunda-feira (29) que não distribuirá mais seu conteúdo no aplicativo Apple News, da Apple. Segundo o analista de mídia Ken Doctor, esse não deve ser o único ajuste que o diário fará em suas parcerias com plataformas. “É hora de reexaminar todos os nossos relacionamentos com as grandes plataformas”, disse a diretora de operações do The New York Times, Meredith Kopit Levien, ao especialista.

Contra o ódio, anunciantes boicotam o Facebook

PROPMARK – 29/06/2020

Leonardo Araujo

Depois da Unilever, a Coca-Cola anunciou no fim da semana passada que irá pausar sua publicidade em mídias sociais por, pelo menos, 30 dias. A decisão das gigantes tem um objetivo: forçar o Facebook e outras plataformas a combaterem, de maneira mais enérgica, o discurso de ódio presente nas redes.

Fake news e democracia: entre o discurso do cidadão e a ação das máfias digitais

CONJUR – 26/06/2020

Gustavo Ferreira Santos

A entrevista da professora da FGV-SP Classira Gross, publicada pela Folha de S. Paulo [1] em 20 de junho deste ano, provocou um interessante debate sobre liberdade de expressão aqui na ConJur. Os professores Lênio Streck e Marcelo Cattoni [2] contestaram os principais posicionamentos da professora sobre o inquérito conduzido pelo Supremo Tribunal Federal sobre fake news e ameaças às instituições, em especial quando ela diz que “a defesa de convicções que contrariam a tese de base do Estado democrático de Direito não viola por si só esse Estado democrático de Direito e o seu funcionamento”. O professor Marcelo Galuppo [3] saiu em defesa da posição da professora, sustentando que não pode haver limite prévio a discurso por causa de seu conteúdo. Os autores responderam [4] dizendo que não se tratava de uma defesa de censura prévia, mas de responsabilidade do titular do discurso por seu conteúdo ofensivo.

Jornalistas sabem diferenciar notícias e opinião, mas os leitores geralmente não

PODER360 – 28/06/2020

NIEMAN LAB – Kevin Lerner

O editor de opinião do New York Times, James Bennet, renunciou recentemente depois que o jornal publicou 1 controverso artigo de opinião do senador Tom Cotton, que defendia o uso da força militar para reprimir protestos. O texto provocou indignação entre o público e também entre os repórteres do jornal. Muitos desses funcionários participaram de uma campanha nas redes sociais voltada para a chefia do jornal, solicitando correções e uma nota do editor explicando o que havia de errado com o artigo. Eventualmente, a revolta forçou a saída de Bennet.

Por publicação de fake news, Alexandre Frota deve indenizar líder petista

CONJUR – 28/06/2020

Tábata Viapiana

“Aquele que, por ato ilícito, causar dano a terceiro, fica obrigado a repará-lo.” Com esse entendimento, a juíza Jane Franco Martins, da 40ª Vara Cível de São Paulo, condenou o deputado federal Alexandre Frota a indenizar Gerson Florindo, ex-presidente do diretório do PT em Ubatuba (SP), em razão de publicação de fake news. A reparação por danos morais foi fixada em R$ 50 mil, além da obrigação de retratação por meio de nota a ser publicada no Facebook, Twitter e Youtube.