Notícias

As fake news e o STF: ainda há o que fazer

CONJUR – 13/06/2020

Ingo Wolfgang Sarlet

O fenômeno, cada vez mais crescente, do compartilhamento desenfreado de notícias falsas, as assim chamadas fake news, assim como de técnicas de desinformação, põe em xeque a legitimidade e correto andamento do pleito eleitoral, acirra sectarismos, instila a divisão social, gera níveis preocupantes de instabilidade política e mesmo representa, cada vez mais, ameaças concretas para a democracia e o funcionamento regular de suas instituições estruturantes.

Deepfakes podem embaralhar a confiança na Justiça dos EUA

CONJUR – 12/06/2020

João Ozorio de Melo

Os juízes, advogados e promotores dos Estados Unidos estão tentando se familiarizar com novas armadilhas tecnológicas que viabilizam a fabricação de provas falsificadas. São técnicas chamadas deepfakes (falsificações profundas) e cheapfakes (falsificações baratas).

Queiroz foi cinegrafista em articulação para atacar professor por causa de tatuagem

O GLOBO – 14/06/2020

Juliana Dal Piva e Chico Otávio

No gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), um episódio envolvendo Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio investigado pelo caso da “rachadinha”, remonta também a ataques na internet contra adversários políticos. Daquela vez, o alvo foi o professor Pedro Mara.

Fazer o que é certo

O GLOBO – 14/06/2020

Merval Pereira

O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhará esta semana ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os dados das quebras dos sigilos e das comunicações dos investigados relacionados com a campanha eleitoral de 2018.

Quem são os jovens recrutados por Carlos Bolsonaro para erguer o aparelho digital do governo

O GLOBO – 14/06/2020

Juliana Dal Piva

O presidente Jair Bolsonaro sempre creditou o triunfo de sua vitória eleitoral em 2018 à estratégia digital traçada pelo filho “02”, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), nas mídias sociais. A estrutura que impulsionou um deputado restrito a nichos ao Palácio do Planalto começou a ser montada com a contratação de alguns jovens na casa dos 20 anos, criadores de páginas de paródias e personagens políticos no Facebook — hoje, integrantes do que ex-aliados do governo Bolsonaro classificam como “gabinete de ódio”, o núcleo instalado no Palácio do Planalto que se dedica a atacar adversários nas redes. O recrutamento foi definitivamente selado numa reunião do clã Bolsonaro com alguns desses jovens, no salão de festas do primogênito e hoje senador Flávio, em 11 de março de 2017 — mais de um ano e meio antes da eleição.