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‘Estadão Verifica’ já citou seis alvos da PF em checagens

O ESTADO  DE S.PAULO – 28/05/2020

Aliados do presidente Jair Bolsonaro que foram alvo de operação da Polícia Federal que apura propagação de fake news contra o Supremo Tribunal Federal (STF) já compartilharam boatos posteriormente desmentidos pelo Estadão Verifica. Seis nomes bolsonaristas foram citados em 12 checagens. Entre aqueles que publicaram alegações sem evidências, informações tiradas de contexto ou boatos inventados estão os deputados federais Bia Kicis (PSLDF), Carla Zambelli (PSL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ), o deputado estadual de São Paulo Gil Diniz (PSL), o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Luciano Hang.

Investigados negam crime e atacam STF

O ESTADO  DE S.PAULO – 28/05/2020

BRUNO NOMURA, CLEIDE SILVA e TÚLIO KRUSE

Empresários, políticos, youtubers e apoiadores de Bolsonaro que foram alvo ontem de operação contra divulgação de fake news negaram irregularidades, criticaram a operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e atacaram o Supremo Tribunal Federal (STF). Alguns deles levantaram a tese de que a investigação não poderia ter começado na Corte, sem participação do Ministério Público Federal (MPF). Segundo criminalistas ouvidos pelo Estadão, embora seja incomum, essa medida não é ilegal.

Se a crítica ao STF é livre, por que apreender celulares e reprimir blogueiros e deputados?

O ESTADO  DE S.PAULO – 28/05/2020

J. R. Guzzo

O Supremo Tribunal Federal, como se sabe, abriu em março do ano passado uma investigação para apurar possíveis delitos – e os culpados por eles – na divulgação de “fake news” que têm ou teriam ocorrido contra o próprio STF, seus integrantes e membros de suas famílias. É uma dessas coisas que começou no escuro e caminha em direção ao escuro. Sua manifestação mais ruidosa acaba de acontecer com a realização de cerca de 30 buscas e apreensões, executadas por agentes da PF numa inédita missão a serviço do Supremo. Os alvos foram editores de blogs pró-governo e anti-STF, indivíduos diversos e oito deputados no exercício dos seus mandatos, seis deles federais. Pode isso?

Escritor e jornalista Murilo Melo Filho morre aos 91 anos, no Rio de Janeiro

FOLHA DE S.PAULO – 28/05/2020

O jornalista e escritor Murilo Melo Filho morreu, na manhã desta quarta-feira (27), aos 91 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava no Hospital Pró-Cardíaco, na capital fluminense, e teve falência de múltiplos órgãos, informou a Academia Brasileira de Letras, a ABL, da qual ele era membro.

Trump ameça fechar redes sociais após ter post questionado no Twitter

FOLHA DE S.PAULO – 28/05/2020

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou regulamentar ou fechar as companhias de mídia social por sufocarem as vozes conservadoras, um dia depois que o Twitter anexou um rótulo de advertência a alguns de seus tuítes, recomendando que os leitores verificassem a procedência das afirmações do mandatário.

Bonner fala sobre ataques e intimidações em entrevista

FOLHA DE S.PAULO – 28/05/2020

Cristina Camargo

O jornalista William Bonner disse na madrugada desta quarta-feira (27), em entrevista ao programa Conversa com Bial, que suspeita de que a utilização indevida do CPF de seu filho Vinícius, 22, para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 ao governo federal teve o objetivo de “encurralar” ele e a ex-mulher, a apresentadora Fátima Bernardes e, dessa forma, atingir a TV Globo.

Twitter fact-checks Trump, but will it do any good?

COLUMBIA JOURNALISM REVIEW – 28/05/2020

Mathew Ingram

When Twitter said earlier this month that it was making some changes to “limit the spread of potentially harmful or misleading content” by adding warning labels to tweets, one of the most obvious questions was whether the company would apply the labels to Trump’s various misinformed tweets. On Tuesday, we got the answer, when labels were added to two tweets posted to Trump’s account on the topic of mail-in voting ballots. The labels appeared just below the text of the tweet, with a hyperlink that said “Get the real story on mail-in voting.” The link took users to a collection of tweets with facts about the topic, curated by Twitter staff into what the company calls a Moment. The move was greeted with cheers in some quarters, while Trump and his supporters — including his son Donald Jr. — angrily tweeted about how the company was clearly trying to manipulate public opinion in advance of the federal election. Trump even promised to “strongly regulate, or close them down,” despite an obvious lack of any federal ability to do this.