Notícias
A encruzilhada da proteção de dados no Brasil e o caso do IBGE
CONJUR – 24/04/2020
Laura Shertel Mendes
No dia 17 de abril, o governo editou a Medida Provisória nº 954, que determinou o compartilhamento de dados não anonimizados de telefonia fixa e móvel e o endereço de todos os brasileiros com o IBGE.
Lula diz que Moro e Bolsonaro são ‘filhos das mentiras da Globo’
PODER360 – 25/04/2020
Em publicação via Twitter, o ex-presidente Lula disse que o presidente Jair Bolsonaro e o agora ex-ministro da Justiça Sergio Moro são bandidos.
O coronavírus adiantou decisões de vida ou morte dos jornais
PODER360 – 26/04/2020
NIEMAN LAB – Ken Doctor
À medida em que as empresas de jornais locais começam a derrapar, elas se encontram agora em 1 futuro que pensavam estar ainda a alguns anos de distância.
ACUSAÇÃO DE FAKE NEWS NAS REDES MORO DIZ QUE É ALVO DE ATAQUES E FAZ PARÓDIA DE SLOGAN
O GLOBO – 27/04/2020
ANDRÉ DE SOUZA
Nas redes, apoio a Bolsonaro cai
O GLOBO – 25/04/2020
Após a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, a base do presidente Jair Bolsonaro ficou menor e ainda mais isolada no Twitter. É o que aponta um levantamento da Diretoria de Análises de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV), que analisou mais de 2,85 milhões de postagens sobre o tema na rede social, entre 11h e 18h de ontem, período que compreendeu tanto o pronunciamento do ministro quanto do presidente. Os dados apontam que a base fiel a Bolsonaro mobilizou apenas 9,5% desse volume.
Interesses escusos
Anunciante do Google terá de se identificar
O ESTADO DE S.PAULO – 27/04/2020
THE NEW YORK TIMES
Em um esforço para combater os anúncios fraudulentos na internet, o Google vai exigir que todos os anunciantes apresentem comprovação de quem são e onde operam. Os nomes das empresas ou indivíduos por trás dos anúncios, bem como seus países de origem, passarão a ser exibidos nos anúncios do Google em meados do ano. O esforço começará com milhares de assinantes nos Estados Unidos antes de ser expandido para todo o mundo.
Filósofo americano defende que a pandemia oferece a chance para se planejar um acesso social igualitário
O ESTADO DE S.PAULO – 26/04/2020
Luciano Huck:
Conheci Hellena Mary há 3 anos. Moradora da área rural de Orobo, cidade próxima a Bom Jardim, Pernambuco, mãe de 3 filhos, ela trabalhava como cozinheira em uma casa de família quando eu recebi pelo celular um vídeo-selfie em que ela discutia e questionava o “jeitinho brasileiro”: “O problema está em todos nós como povo, porque a gente pertence a um país onde a esperteza é a moeda que é sempre valorizada. Um país onde a gente se sente o máximo porque consegue puxar a TV a cabo do vizinho. A gente frauda a declaração do Imposto de Renda para pagar menos. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo na rua e depois reclamam da prefeitura que não limpa os bueiros. Camarada bebe e vai dirigir. Pega um atestado que está doente só para faltar ao trabalho. Viaja a serviço da empresa e o que faz? Se o almoço foi R$ 10, ele pega a nota de R$ 20. Entra no ônibus e senta e, se tem um idoso vindo, finge que está dormindo. E quer que o político seja honesto? O brasileiro está reclamando do quê? Como matéria-prima deste país, temos muito coisa boa. Mas falta muito para a gente ser o homem e a mulher de que nosso país precisa. Antes de culpar alguém, a gente tem que fazer uma autorreflexão”. Dessa maneira muito franca e intuitiva, Hellena Mary discutia ética e fazia uma provocação tão incômoda quanto necessária.
Zoom corre para corrigir falhas após invasões; saiba como se proteger
FOLHA DE S.PAULO – 27/04/2020
Paula Soprana
Há um mês, o FBI pediu que a população americana reportasse invasões em reuniões feitas em aplicativos de videoconferência. A preocupação moderna nas salas de aula digitais virou o “zoombombing”: entrar sem ser chamado em uma reunião alheia do Zoom e tirar sarro, trollar, na linguagem das redes.
Pode o IBGE receber tudo das teles?
FOLHA DE S.PAULO – 27/04/2020
Ronaldo Lemos
Dentre tantas polêmicas da semana passada, houve também a questão da medida provisória que obriga as empresas de telefonia a entregar para o IBGE “a relação dos nomes, números de telefone e endereços dos seus consumidores, pessoas físicas e jurídicas”.