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People are dying alone because of the coronavirus. This journalist told the story of a nurse trying to help families stay connected.

POYNTER – 30/03/2020

Kristen Hare

“Arlene Van Dyk doesn’t know if her patients can hear her,” Lindy Washburn wrote for northjersey.com and The (Bergen, New Jersey) Record on Friday, March 27. “They are unresponsive, sedated into paralysis so that machines can do the work of their lungs. She speaks to them anyway.” As coronavirus cases double overnight in many places, we’re just starting to learn what it’s like for the professionals caring for people inside hospitals around the country. For lots of reasons — medical privacy, ethics, public health — journalists aren’t inside many hospital rooms right now to show the world what’s happening. But Washburn does that with her reporting and writing. She writes this:

JORNALISMO DE QUALIDADE EM TEMPOS DE EMERGÊNCIA

Fernando de Yarza López-Madrazo – Presidente da Associação Mundial de Jornais e Editores (WAN-IFRA)

Em poucas semanas, a Espanha e o mundo inteiro mergulharam em um pesadelo.
A primeira epidemia global em mais de 100 anos causou uma psicose coletiva sem precedentes que aumenta dia a dia pelo medo provocado pela incerteza sobre o presente e o futuro. Nossos entes queridos adoecem e morrem. Memórias de encontros com amigos e familiares permanecem longe. O confinamento multiplica a ansiedade, em uma situação que parece não ter fim.

Confiança na mídia cresce em meio às fake news

PROPMARK – 30/03/2020

Paulo Macedo

O oportunismo não acontece apenas com a comercialização de insumos como o álcool em gel. A difusão de notícias falsas sobre o novo coronavírus cresceu verticalmente desde o início da pandemia. Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, porém, mostra que a população sabe diferenciar o joio do trigo. Consequentemente, busca dados sobre cuidados em fontes confiáveis.

Bolsonaristas querem projeto que expõe ‘corrupção na imprensa’ no Brasil

PODER360 – 28/03/2020

Pedro Olivero

“Espero o dia em que tenhamos uma iniciativa como o @Project_Veritas”, escreveu o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) no Twitter em 17 de fevereiro. A declaração se soma a retweets do congressista em que elogia a atuação do grupo conservador norte-americano que busca “investigar e expor corrupção, desonestidade, favorecimento pessoal, improbidade, fraude e outras más condutas em instituições públicas e privadas”.