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Nossa: novo projeto de conteúdo do UOL

O UOL, empresa brasileira de conteúdo, tecnologia, serviços e meios de pagamentos digitais, apresenta seu mais novo projeto editorial, o canal de lifestyle Nossa. Inspirado em diversidade, em com curadoria colaborativa, a plataforma propõe transformar a maneira como...

Partidários do presidente da Nicarágua invadem funeral de poeta e agridem jornalistas

Simpatizantes do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, invadiram na última terça-feira (3) a missa de corpo presente do poeta Ernesto Cardenal, referência da poesia ibero-americana e figura-chave da Teologia da Libertação, na Catedral Metropolitana de Manágua. Mais de uma centena de mulheres e homens uniformizados com lenços vermelhos e pretos (as cores da Frente Sandinista) chamaram o morto e quem o acompanhou de “traidores” e depois intimidaram personalidades como a escritora Gioconda Belli, além de agredirem cinco jornalistas que cobriam a celebração, informou o jornal El País. As agressões são apenas mais um capítulo da repressão do governo às liberdades de imprensa e de expressão ao longo dos quatorze anos nos quais Ortega permanece no poder. Entidades internacionais condenaram a violência.

False cases of coronavirus have infected social media

POYNTER – 05/03/2020

Cristina Tardáguila
On Feb. 12, a 50-year-old man hanged himself in the Indian city of Chittoor to prevent his wife and children from getting the 2019 coronavirus. Feeling sick, he visited a doctor and left the consultation believing he had COVID-19.

Operadores do Direito terão de aprender a lidar com provas “deepfakes”

CONJUR – 05/03/2020

João Ozorio de Melo

Depois de a Justiça enfrentar a disseminação de notícias fraudulentas (fake news) que, entre outras coisas, rendeu ao TSE um “Prêmio Innovare” por seu “Projeto de Enfrentamento à Desinformação”, os operadores do Direito terão de aprender a lidar com um problema mais complexo, por seu componente tecnológico: as provas oriundas de “deepfakes”.

Twitter plans misinfo labels, but are they a good idea?

COLUMBIA JOURNALISM REVIEW – 05/03/2020

Mathew Ingram

As part of its effort to deal with the spread of misinformation on its platform, Twitter is experimenting with adding colored labels that would appear directly beneath any inaccurate statements posted by politicians and other public figures, according to a leaked demo of new features sent recently to NBC. The labels would contain fact-checks either by Facebook’s team of third-party checkers, or by journalists and other users who agreed to participate in a kind of “community reports” crowdsourcing effort. Twitter later confirmed to the network that the leaked demo (which was accessed via a publicly available website), is one possible version of a new policy aimed at curbing the spread of misinformation. The original NBC News report said the new features would be rolling out on March 5, but the story was later updated to say Twitter doesn’t have plans to roll out the labels—or any other misinformation features—on any specific date. Whether such a feature would actually help curb misinformation is still an open question.