Notícias

TJ-SP absolve vereador que publicou vídeo de Doria como Hitler

CONJUR – 17/02/2020

Tábata Viapiana

O direito fundamental à liberdade de expressão não se direciona somente a proteger as opiniões supostamente verdadeiras, admiráveis ou convencionais, mas também aquelas que são duvidosas, exageradas, condenáveis, satíricas, humorísticas, bem como as não compartilhadas pelas maiorias.

O GLOBO recebe dois prêmios

O GLOBO – 18/02/2020

O GLOBO ganhou dois prêmios de Excelência em duas categorias do Society for News Design (SND) digital 2019, que reconhece os melhores trabalhos do ano na área digital. Ao todo, 1.315 produções de cem veículos diferentes de 26 países concorreram nas variadas categorias.

Comissão de Ética deve analisar hoje processo de Wajngarten

O GLOBO – 18/02/2020

NAIRA TRINDADE 

A Comissão de Ética Pública da Presidência deve analisar hoje o processo de conflito de interesses sobre Fabio Wajngarten, chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Integrantes do colegiado avaliam que a disposição do secretário em deixar o comando de sua empresa pode justificar o encerramento do processo, mas haverá um debate se o repasse das cotas para sua mulher é suficiente para colocar um ponto final no assunto.

O último bastião

O ESTADO DE S.PAULO – 18/02/2020

DEMI GETSCHKO 

Nossa segurança passa também pela definição de formas de identificação individual. Há uma diversidade de métodos para isso, sigilosos ou não, e não raro aconselha-se a se lançar mão de mais de um deles simultaneamente. O uso de características essencialmente pessoais permite identificar alguém com boa margem de certeza. É o que acontece com impressões digitais, com reconhecimento facial ou da íris, e outros usos da biometria. E há ainda formas não físicas, como o uso de senhas pessoais, com diferentes graus de complexidade.

Caso da Crypto reflete dilema na produção de dados sensíveis

O ESTADO DE S.PAULO – 18/02/2020

Roberto Godoy

Em 1977, a Crypto AG atendeu a uma determinação de seus dois acionistas, a Agência Central de Inteligência (CIA), dos Estados Unidos, e o Serviço Federal de Inteligência (BND), da então Alemanha Ocidental, para oferecer novas máquinas de criptografia à distinta clientela – ditaduras do mundo inteiro, particularmente as da América Latina, da África, da Ásia e do Oriente Médio.

CIA teve acesso direto a dados da Operação Condor

O ESTADO DE S.PAULO – 18/02/2020

Greg Miller, Peter F. Mueller THE WASHINGTON POST

A CIA tinha acesso instantâneo a dados sobre atrocidades cometidas pelas ditaduras latinas, pois os membros da Operação Condor se comunicavam por aparelhos de criptografia de empresa que pertencia à agência americana.