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Navigating the ‘infodemic’: how people in six countries access and rate news and information about coronavirus

REUTERS INSTITUTE – 15/04/2020

Professor Rasmus Kleis Nielsen
Dr Richard Fletcher
Nic Newman
Dr. J. Scott Brennen
Dr Philip N. Howard

In this report, we use survey data collected in late March and early April 2020 to document and understand how people in six countries (Argentina, Germany, South Korea, Spain, the UK, and the US) accessed news and information about COVID-19 in the early stages of the global pandemic, how they rate the trustworthiness of the different sources and platforms they rely on, how much misinformation they say they encounter, and their knowledge of and responses to the coronavirus crisis.

Sindicato de jornais e revistas propõe redução de salários e suspensão de contratos de trabalho

PORTAL IMPRENSA – 15/04/2020

Diante da crise econômica e do declínio do mercado publicitário ocasionados pela pandemia do novo coronavírus, proprietários de jornais e revistas da capital paulista propuseram ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) um acordo para permitir a suspensão do contrato de trabalho por até dois meses e a redução de até 70% no salário da categoria por até três meses.

STF serve de barreira para conter Bolsonaro

O GLOBO – 15/04/2020

EDITORIAL

Já se sabe que o poder destrutivo deste coronavírus é imenso, tendo conseguido paralisar as economias por onde passa, danificar o sistema produtivo em dimensões globais, enquanto espalha tragédia e dor num rastro de mortes que não discrimina países. Sua capacidade desestabilizadora pode ser constatada na política, na economia, na vida de bilhões de pessoas, cuja rotina foi virada de cabeça para baixo do dia para a noite.

Quando falam em ciência, Bolsonaro saca o revólver

O ESTADO DE S.PAULO – 15/04/2020

José Nêumanne

Nesta era da tecnologia, em que se combatem doenças com penicilina, vacinas e cirurgias corretivas de órgãos usando alta tecnologia cibernética, “homens da cobra” vendem mezinhas caseiras em feiras livres e praças. Não falta quem acredite nas lorotas de redes sociais (vulgo fake news) absurdas, como as que atribuem às vacinas doenças que evitam como se, ao contrário, levassem à morte. Pessoas cultas e respeitáveis adotam superstições – tais como não pronunciar a palavra câncer para evitar tumores malignos – com a naturalidade de quem toma água.